Democracia em uma eleição conturbada

Jornalistas, cientistas políticos, filósofos, historiadores e nós estamos inteirados quanto aos perigos e mistérios que cercam as eleições no Brasil, principalmente em quem será nosso próximo Presidente da República. Vários quadros apresentam-se neste período eleitoral: jovens com pensamentos retrógrados, bolhas sociais produtoras de pensamentos fechados, políticos intolerantes, instituições sofrendo pressões de políticos, do próprio sistema e da população. E esperar o quê?

Somos todos os dias surpreendidos com o quadro imprevisível das eleições. Então, quando esperamos algo, esta hipótese é fragilizada pelo presente derradeiro que se instaura. Até mesmo dúvidas possuímos em relação ao prestígio do Judiciário, uma vez que interpretações divergentes existem.

Primeiramente, a intenção desse texto não é apresentar candidatos ou ilustrar ofensas a candidatos que eu considero perigos a Democracia. Apenas uma breve análise do momento.

Como antes eu afirmei, estamos convivendo com propostas intolerantes, baseadas em pensamentos contidos em bolhas sociais. Cada um de nós adquirimos ao longo da vida posições na política, alguns com tendência mais o conservadorismo outros a social democracia, por exemplo. Contudo, em várias situações devemos repensar nossas ideias e os valores aos quais apresentamos; com isso, contribuir para uma política sem pensamentos prejudiciais a Democracia.

Há também a importância de analisar os erros de nossos candidatos e validar seus acertos. O que acontece hoje é um proteção delirante ao erros das pessoas as quais estamos dispostas a votar.

Devemos nos lembrar que queremos que os nossos candidatos vençam, logo ele/ela irá governar para aqueles que também não votaram em seus projetos, por isso, pensemos nesta parte. Quanto mais acessível forem os planos de meu candidato para todos, melhor será o equilíbrio democrático. Claro, com certeza achamos que os planos de tal candidato que preferimos beneficiará de um certa maneira a todos, porém convido vocês a pensar nos planos deles na prática, optando sempre pela imparcialidade.

Atualmente, boa parte das pessoas esquecem a imparcialidade. Quando nos acostumamos de mais com pessoas às vezes justificamos seus erros, logo a Democracia perde.
Acredito na Democracia, e apesar de que inúmeros algozes a balançaram, ela continua respirando. E temos que garantir que esta eleição não retire seu oxigênio.
Os próximos dias não serão os mais fáceis, uma vez em que várias interpretações nos cercam e às vezes nos afundam em nossas bolhas sociais. Logo, peço a vocês que pensem e repensem nos seus candidatos. Quando votarem, também pense nos outros que não escolheram o seu/sua candidato (a). E ao debater nas redes sociais não ataque ou discrimine, ouça o outro lado. O seu voto influenciará um período na História do Brasil.

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