Quando acabar

E queria eu o meu corpo carregar
O peso em meus ombros é de gritar
Ao olhar o sol, sua magnitude
Lembro-me: o sol não é meu
Divido ele com o mundo

Nada é meu, nada sou
Além de ser o que sou
Ao nascer roubaram meu corpo
E jogaram em meu corpo um velho louco

Ao dizer pobre, eu digo bobo
Nasceu cheio de pecados
E querendo romper barreiras
Inconscientemente rompeu a si

Uma vez, trouxe o mal para casa
Ou o mal lá já estava
Esperando o show
Tudo de pior aconteceu
E o bem acabou sendo ferindo

Justiça não houve?
Um trauma se instalou,
dormindo por um tempo
Hoje ele acordou

Tristeza e felicidade são parceiras
No entanto, tristeza e Pedro são inimigas

Ninguém quer acordar o horror
Todos querem esquecer
Mas em Pedro já é tarde
Morrer em vida, já é realidade
Quando tudo se acabar, onde ele estará?

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