A felicidade do homem medieval

Luiz Agenor era tipicamente um homem peculiar, pois era estranhamente feliz sem qualquer ligação com o tempo em que vivemos.

Caso precisace de uma roupa, ele mesmo comprava os materiais e costurava com esplêndida experiência não perdia tempo com pensamentos intrusivos, nem vegetava sobre um intenso brilho azul produzidos por smartphones e computadores. O único instrumento que recebe sua atenção é o livro.

Mas havia um problema: seu olhar sobre o mundo era retrógrado . E com o ano eleitoral se aproximando ele irá eleger alguém como ele: que é rodeado de preconceitos, que é “macho”, e que sobretudo possa liderar com total poderes em seu país, tanto o líder quanto seu exército.

Luiz agenor é um verdadeiro patriota. E sonha com um mundo mais medieval, para ele não houve nenhum período pós medievo que vale a pena ser vivido. E claro, atualmente ele está furioso com o rumo que a arte encontra-se. Em sua concepção arte e política não se misturam.

Bem, nem tudo são lágrimas, por exemplo, por não possuir redes sociais, ele não escreve ou compartilha post preconceituosos. Mas o voto dele pode mudar o rumo da nação. Quem sabe, o Brasil não esteja precisando de um ar medieval?

Pergunta essa que o motiva a sonhar com um Brasil ano 1450, estilo europeu. Realmente, ele se tornara um típico homem medieval.

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